sábado, 22 de setembro de 2012

Como é bom sair de casa...

Segue a minha singela versão das regras mínimas para se conviver bem em sociedade, aqui sociedade entendida como "espaço geográfico onde pessoas cohabitam" (os idiotas, inclusive): 

1) Não estacione seu automóvel de forma que o condutor do veículo previamente estacionado tenha que se transformar em uma folha de papel para poder acessar o seu e, assim, seguir com a sua vida; 

2) Na fila do supermercado, suas compras são as suas, as minhas são as minhas. Espere ao menos que as minhas estejam quase que todas do lado DE LÁ do caixa. O tempo é indiferente à sua pressa; 



3) Na fila do restaurante, duas sugestões: 

- Se você é do tipo que escolhe o que comer com a rapidez de raciocínio de um paramécio, ou com a análise crítica de um juiz de concurso de beleza, dê passagem a quem não possui tais "habilidades"; 

 - Caso esteja logo atrás de alguém na fila, mantenha uma distância razoável. Mesmo que fôssemos siameses, faz bem poder se mexer de uma forma minimamente confortável; 

4) Por fim, se você pratica sapateado, salto em altura ou escavação arqueológica no apartamento acima do meu, experimente fazê-lo no apartamento logo acima do apê do Chuck Norris. Depois me conte - ou não - como foi a sua experiência. 

A sociedade inteligente e minoritária agradece.

domingo, 29 de julho de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

Ah, mas na Copa eles vão se comportar...

Bem, a história é a seguinte...
 Meia hora atrás, segundo os relatos, o carrinho da primeira foto não conseguiu contornar a curva que passa pelo portão da garagem do meu condomínio.  Levantou voo, levou o portão e parte do muro...
 
 Passou por cima deste Mille (aliás, foram os gritos histéricos da motorista que me chamaram a atenção para o fato)...
Sobrevoou o campinho de futebol...
 E só parou quando derrubou uma palmeira.

Segundo a motorista que presenciou o voo, após a aterrissagem, três homens armados desceram do carro batido e fugiram. É mole?

Se julgamento de ex-namorada valesse, o inferno seria criado e todos os homens viveriam por lá.

De volta de lugar nenhum


Desligado de crenças inúteis e grudentas, que só fizeram atrapalhar meu caminho rumo à Glória (a rua; realmente, nunca fui lá), volto com a força do prego fincado na areia frente ao vendaval e ao maremoto para dizer: sejam bem vindos os fiéis à nova horda (não ordem) de bárbaros do planeta!

Nos lemos por aí...

Ah, pra quem não leu antes e quer perder o seu tempo, segue o antigo: hordadebarbaros.blogspot.com. Fica o registro do que já foi.